Governo russo traz novos detalhes sobre laboratórios ianques na Ucrânia…

No dia de ontem, o Ministério da Defesa da Rússia trouxe novos detalhes sobre os laboratórios (mantidos pelo Pentágono) que se localizam em território ucraniano, demonstrando, através de farta documentação que segue sendo analisada, que existe o envolvimento direto do governo dos Estados Unidos com pesquisas que apontam para o desenvolvimento de armas biológicas em solo ucraniano.

Cumpre observar que já foi superada a tese de que se trata de “fake news” o fato de existirem laboratórios mantidos pelos Estados Unidos em solo ucraniano, o que deve nos colocar em uma nova etapa de parar de negar os fatos, para que possamos nos aprofundar no conteúdo dessas pesquisas mantidas pelo Pentágono, já que a própria subsecretária de Estado norte-americana já admitiu a existência desses espaços na Ucrânia.

O governo russo apresentou, dentre outros tantos, alguns documentos de 2015 que demonstram (sem deixar margem para dúvidas) que foram desenvolvidos componentes que tinham como objetivo produzir armas biológicas, e que o governo ucraniano não tinha acesso a muitas dessas informações, já que as pesquisas eram bancadas e desenvolvidas sob a responsabilidade do Pentágono, o que indica que, muito provavelmente, muita documentação também foi destruída sem a percepção do governo ucraniano.

A documentação demonstra que os norte-americanos investiram dezenas de milhões de dólares no desenvolvimento de pesquisas sobre leptospirose, febre hemorrágica e hantavírus , que podem ter sido testadas ou podem ter vazado sem a população perceber, já que diz respeito a doenças que podem ser encontradas nessa região, o que blindaria os ianques caso ocorresse qualquer evento adverso.

Cerca de 1,6 milhão de dólares foram investidos em pesquisas sobre doenças transmitidas por morcegos desde 2009, e em 2019 ocorreram muitas pesquisas nessa linha, algo bastante interessante já que se trata do período que diz respeito às vésperas da origem da pandemia do corona que se disseminou pelo mundo, e sobre a qual ainda pairam muitas questões a respeito da possível origem de laboratório do vírus.

Também existem comprovações de que ocorreram pesquisas sobre disseminação de gripe aviária através de aves selvagens migratórias, com o registro de coletas de várias cepas altamente contagiosas da doença, informação que, se unida à reflexão sobre a pesquisa em torno dos morcegos, nos leva a reflexões sobre uma quantidade enorme de matérias da mídia corporativa falando sobre animais transmitindo novas variantes do corona durante toda a pandemia (seria balão de ensaio, geração de histeria ou projeto não implementado?).

O governo russo aponta que muito material foi destruído, muito provavelmente sem o conhecimento de muitos dos funcionários ucranianos, posto que existem muitos hiatos de informação a respeito de doenças que assolaram populações vizinhas aos laboratórios e também existem muitas dúvidas sobre uma variante da tuberculose que surgiu na região do Donbass em 2018 (matando 70 pessoas) e que era altamente resistente a remédios.

A seguir, vídeo discutindo o assunto abordado no texto.

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